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Quinta à noite

Quando a vida dá uma volta das grandes. Desabafos. Ilusões e desilusões. Mudanças. Novos rumos. Vitórias

Quinta à noite

Quando a vida dá uma volta das grandes. Desabafos. Ilusões e desilusões. Mudanças. Novos rumos. Vitórias

Suposta entrevista de emprego

6Portugal vai receber a Google. 

Dizem que são 500 postos de trabalho. Isso é óptimo. Faz falta por a malta a trabalhar. 

Anda a circular nas redes sociais algumas possíveis perguntas de uma suposta entrevista de trabalho para a Google. 

Vou tentar a minha sorte 😊

Uma pergunta é sobre levar o cão para o trabalho tendo um colega alérgico.

Esta é fácil! O meu cão é albino, por isso se há alguém que perceba de alergias é ele (e eu, por convívio!). Ele é alérgico ao sol, ao po, à sujidade, aos insectos e aos parasitas cutâneos; é alérgico a champô e ao contacto com roupas com perfumes e /ou lavadas com detergente e amaciador normais... Tendo em conta isto, penso que ele e o meu suposto colega iriam entender -se bem, se eu o levasse para o trabalho, mas, a existir ar condicionado, e com a fama de que os aparelhos são excelentes colónias de micróbios, talvez não arriscasse a levar o cão para o trabalho! 

O que tem mais potencial de publicidade, uma loja de flores ou uma funerária...

Esta já é mais difícil. O meu lado de Marketing diz que se pode fazer publicidades muito mais criativas  (e até emotivas) para funerárias. Para além disso, ontem quando vinha do trabalho, na minha frente vinha um carro funebre com publicidade. Achei a ideia interessante! Diga -se que é um meio publicitário bastante original e que não está muito difundido... Por outro lado, o negócio deve de ir mau para já ser necessário andar com publicidade nos carros funebres!!! Também não será boa ideia sectores como o da saúde apostar neste meio de publicidade, já para o sector do tabaco...

 Uma praxe para o meu gestor?

HUM.... Não sou grande coisa a praxar... Lembro uma história que me contaram: um jovem estagiário, foi mandado ir buscar o patrão ao aeroporto.  Ele foi, recebeu o sr e depois foi buscar o carro ao estacionamento e esqueceu -se de parar à porta do aeroporto. Ou seja, deixou lá o patrão... 

Em  quantas maneiras consigo pensar paratirar uma agulha de um palheiro?

 Numa! Com um íman!!!

Quantas bolas de tenis cabem num avião?

Qual é o tamanho do avião? 

A música que eu escolhia para tocar sempre que entrasse numa sala?

Apesar de ter 2 músicas que eu ADORO ( I'm no superman - de Ronan Keating e Time of my life- banda sonora Darty Dacing),optaria por Time Of My Life! 

Quantas vezes por dia os ponteiros das horas e dos minutos ficam um por cima do outro? Que ângulo fazem os ponteiros às 3.15? 

Fácil e fácil. Os ponteiros ficam 24 vezes (por dia) por cima um do outro. Às 3.15 os ponteiros fazem um ângulo de 0 graus, ou se quizermos complicar 360 graus! 

Contar anedotas 

Sou péssima a contar anedotas.  Mas gosto de contar adivinhas!

Se fosse pirata e tivesse que dividir um tesouro de maneira a agradar a todos?

Fácil, dividia por partes iguais. E esperava que a maioria ficasse satisfeita!

O que faria se não tivesse de trabalhar?

Era voluntária. Dedicaria algum do meu tempo nos campos de refugiados e o restante tempo em associações e entidades que acolhessem pessoas doentes em Portugal. Daria muitos abraços, muitos mimos e sorrisos!

Porquê que as tampas dos esgotos são redondas? 

Em primeiro para diferenciar de outras tampas e grelhas... Suponho que deva ter alguma coisa a ver com a logística e a segurança na via... Ou será uma questão estética... Pronto,  esta não sei.... 😢

 

Foi divertido 😆

 

32 anos - vamos deprimir um bocadinho...

Ainda não chegou a data exacta, mas a verdade é que já estou nos 32... 

Não sou velha e sinto -me muito bem! Tenho muita energia, continuo a ter gosto em aprender, em fazer coisas novas, em superar desafios... 

Mas, estou a ser ultrapassada... 

Nestes últimos dias tenho pensado nisso. 

Eu tenho formação superior, mas tenho pouca experiência. Já trabalhei em muitos sítios, mas se me candidatar a um cargo na minha área de formação ou outra similar, a minha experiência é pouca. 

Sei que entre uma pessoa de 32 anos ou uma pessoa recém licenciada, a opção vai ser para a mais nova. Se não for por outra razão, será porque essa pessoa pode fazer um estágio profissional e eu já o fiz!

Isto deixa-me triste. Eu acredito que posso ser uma excelente profissional, mas infelizmente, a idade também é uma dificuldade na busca por um trabalho!

Outro entrave: a maioria dos apoios à criação do próprio emprego acabam até aos 35 anos  (sendo que a grande maioria acaba aos 30 e só uma minoria de apoios é que se alonga por mais tempo!

O diabo da idade....

Com filhos 12 - A hora do banho

Deve ser uma fase, mas de há uns meses para cá, a hora do banho é um tormento... 

Ele faz birra que não quer,  foge pela casa  (mesmo depois de eu lhe ter tirado a roupa  (e com a água na banheira a arrefecer)) e grita o tempo todo, que durar o banho. 

No natal a minha irmã sugeriu que eu colocasse uns brinquedos na banheira...

Só funcionou quando levei uma vaca um cavalo e uns dinossauros de plástico... 

Estava a correr muito bem! Mal acabava o jantar ele já estava a pedir para ir dar banho à vaca e ao dinossauro...

Ontem a conversa mudou.

Acabou o jantar e foi brincar. Lembrei-o do banho e ele disse  (novamente) que não queria. 

Eu insisti e perguntei se ele não queria dar banho à vaca e ao dinaussauro.

A resposta dele: "Sim, banho vaca!" 

Correu para o quarto e trouxe a vaca de peluche com quem dorme. 

Eu não deixei que ele desse banho à vaca e voltamos às birras para tomar banho...  😢😧

Com filhos 11

O meu Picasso...

A madrinha deu lápis de cor e ele descobriu que adora riscar  perdão:pintar...

Depois de pintar um caderno a5 inteiro, deu asas à sua imaginação e à sua arte: foi pintar as paredes. 

Eu sei, não é novidade para quem tem crianças em casa... 

Mas eu estou a ponderar deixar que ele continue... A casa está muito mais colorida, e por conseguinte, mais alegre... 

A casa da avó

Ao fim de alguns anos voltei lá. 

A casa da avó. 

Está velhinha, a ser invadida pela natureza... 

Não importa! Continua a ser a casa da avó. O lugar onde aprendi tanta coisa boa, onde brinquei tantas vezes com os meus primos. Um dos lugares onde cresci!

Mais que tudo; é um lugar especial, onde eu me sinto em casa... É a casa onde eu me sinto segura, onde sinto que pertenço... 

Tomara poder mudar aquele sítio, torna- lo meu, daquele jeito que ninguém ma pode tirar!

A casa da avó... ainda é o meu porto seguro!

Eutanásia

Vamos lá ver se eu consigo falar correctamente sobre isso. 

Gostava de começar por dizer que não conheço ninguém que concorde com isto ou que não estivesse numa situação que nos faz pensar sobre o assunto. 

Gostava, mas estaria a mentir. 

Não pensei muito sobre o assunto, mas penso que eu, gostava de poder pedir para terminar com a minha vida, se não houvesse mais nenhuma hipótese.

Posso começar pela minha Ana. Não sei qual a opinião dela sobre isto, provavelmente, sendo uma pessoa tão ligada à religião, iria ser contra (provavelmente...). Ela tinha alzheimer, quando descobrimos, ela já não tomava decisões  (já não sabia decidir o que vestir, quanto mais quando devia de deixar de viver...). Pergunto-me, se alguém próximo  (do seu nucleo familiar) tinha o direito de decidir tal coisa... 

Teriam sido 10 anos menos de vida, ou 10 anos menos de sofrimento... 

 Claro que quando penso no seu sofrimento, consigo justificar a eutanásia. Mas depois lembro que, mesmo num estado quase vegetativo, ela sorria quando os bisnetos a visitavam... Pergunto-me se conhecer os bisnetos justificou o seu sofrimento... Não sei, nem sei o que ela me iria responder...

Outra pessoa que sempre nos disse que no dia que perder a sua autonomia, não quer viver mais é um dos meus primos.  

Sendo uma pessoa tão autónoma e energética, sei que não será feliz depende de outros...

Na verdade, penso que sendo o desejo do próprio, a eutanásia faz sentido. 

O meu medo é que existindo a eutanásia, deixe de existir tanta urgência para encontrar tratamentos para as doenças que neste momento ainda não tem tratamento.

Quando penso sobre este assunto, lembro-me sempre que o ser humano consegue fazer o bem e o mal a partir do mesmo (quem inventou a energia atómica, não tinha a intenção de inventar a bomba atómica; os carros eram para transportar pessoas, mas há quem os use para fazer mal aos outros!)

 

 

25 meses e 1 dia

Já lá vão 25 meses.

O tempo é tramado. 

Gosto muito de ti. 

Adoro saber que, apesar de ainda não saberes dizer as coisas direitinhas, já sabes dizer guigado (obrigado) sempre que recebes alguma coisa.

Não foi difícil, aprendeste porque também te dizemos obrigado sempre que nos entregas algo. É tão divertido como reclamas com o teu avô quando ele não te agradece.

25 meses.  

Que bom!

Trabalhar a partir de casa

Estou numa fase da minha vida em que ainda não reuni as condições necessárias para me atirar de cabeça no "meu projecto", mas, por diversos motivos preciso de horários flexíveis. 

A minha velhinha está cada vez mais dependente. Meus pais, que ainda são relativamente novos, na verdade, precisam de tanto acompanhamento como o meu filho (meu pai desde que se reformou só faz habilidades: a última  (porque ainda não recuperou) foi ir limpar o telhado de casa num dia de chuva, resultado: de momento já anda, com a ajuda de canadianas!)

Trabalhar a partir de casa, no meu caso, não é um luxo ou um capricho, é uma necessidade. 

Preciso mesmo de estar mais perto e mais disponível, na mesma medida que preciso de um ordenado ao fim do mês! 

O problema é que até ao momento ainda não encontrei a empresa disposta a apostar em mim... 

Eu continuo a acreditar 😉

Para pensar

Há alguns dias que eu queria partilhar esta história. 

Não se passou comigo. Eu fui só uma espectadora, sentada no banco dianteiro do meu carro, numa pausa da leitura de um livro do Tiago Rebelo...

Uma história a que eu assisti há muitos anos. Quando ter filhos não era sequer uma ideia, mas que me marcou.

Tratrava-se de um menino, com 3 ou menos anos, a jogar à bola com o pai. A rir, a divertir-se genuinamente...

Vi maravilhada o seu sorriso, a sua alegria... 

De repente, apareceu uma senhora muito bem arranjada, muito bonita. O pequeno largou tudo e correu para ela. Notavasse saudade, no jeito como se agarrou ao pescoço daquela senhora. 

A senhora perguntou-lhe se ia com ela para casa.  Ele negou,  pediu-lhe que jogasse futebol com eles. Ela negou.  Pousou o pequeno no chão e em cima dos seus saltos altos, sem olhar para o pai do filho, disse -lhe: "Depois leva-o a casa!"

Vi o menino (o mesmo que estava a rir) triste. Com um olhar tão triste e tão perdido,  que até a mim me doeu... 

O pequeno ficou parado no chão, vendo a mãe afastar-se, sem perceber porque tinha de escolher entre estar mais uns minutos com o pai ou mais uns minutos com a mãe. 

Isso fez-me pensar até que ponto é importante o nosso orgulho. Até que ponto podemos magoar um inocente para castigar alguém que nos desiludiu? 

Nesse dia tomei uma decisão: se algum dia tivesse um filho, tudo faria para evitar que passasse pelo mesmo. Que me custaria descalsar os sapatos para dar dois xutos numa bola e fazer o meu filho feliz? 

Compreendo que o final das relações não são fáceis e há sempre um que sai mais desiludido que o outro, mas a culpa não é dos filhos. 

Porque me lembrei de partilhar esta história? 

Uma pessoa próxima divorciou-se e os filhos afastaram -se dele. 

Doeu-me ve-lo triste porque passou o natal sem ver os filhos... 

Pergunto-me o que  são os filhos para alguns pais /mães, pois não é o primeiro caso em que os filhos são usados como arma de tortura contra o outro progenitor. 

Filhos, são aqueles seres que mesmo dependentes de nós, não nos pertencem... São aquelas pessoas que devemos amar e proteger e não colocar no meio de uma batalha, ou pior, fazer deles o campo de batalha!

Deve valer a pena pensar nisso. Principalmente, numa altura em que a probabilidade de um relacionamento ser para a vida é tão reduzida. 

Maridos e esposas vão e vem outros,  mas filhos são para a vida!

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