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Quinta à noite

"Mereces todas as coisas boas que a vida tem guardado apra ti!" - Para lembrar

Quinta à noite

"Mereces todas as coisas boas que a vida tem guardado apra ti!" - Para lembrar

Sr Joaquim

Hoje é dia de despedida. 

Num dia normal, meu pai romaria ao Porto para o último adeus. Assim ficamos todos por aqui.

Tantas vezes pensei nele, na sua alegria, nas suas visitas... (que saudades!) Ponderei um dia ser eu a visita-lo, retribuir todas as visitas...

Hoje de manhã deram me a notícia e quando o genro me ligou para, também, me dar a notícia, eu não consegui atender. 

É nestes momentos que eu percebo o quanto ainda sou uma menina. 

E hoje, está menina (de lágrimas nos olhos ) teve a confirmação que cresceu, que o tempo passa, e a idade, a doença levaram um grande amigo da família.

Até sempre. Foi um gosto enorme!

Eu voto e tu?

Ontem votei. Não importa em quem, eu votei!

Continuo a não acreditar nas politiquices, continuo a não me sentir representada por aqueles que lá estão, mas eu voto. 

Voto por ser um direto e um dever.  Mas também porque o meu pai não podia votar com 18/21anos. Os meus avós aos 35 anos não o podiam fazer. 

As minhas avós não o poderam fazer durante grande parte da sua vida. 

Eu sei que não tenho de deixar de votar para não eleger ninguém. 

Eu voto porque tenho esse direito e não quero deixar de ter.

 

Reflectindo

Não sei quem teve a ideia brilhante de juntar eleições com pandemia. 

Não chegava os comentários sobre a pandemia que agora juntam-se os da política e eu arrisco-me a reduzir os meus "amigos" nas redes sociais aqueles que não mexem nelas.

Só uma pequena reflexão: eu também tenho umbigo e o vizinho do lado também. E salvo erro todos temos por isso, deixem se de tretas e olhem mais para o lado e de preferência para lá do vosso nariz. 

Todos temos opiniões e o direito a partilha -las, mas não é altura para desafiar ninguém. 

Vamos pensar em respeitar os outros? Vamos parar de sacudir a água do nosso casaco? 

 

Se até ao momento, não foste atingido, há tantos que foram , há tantos que estão a dar o seu melhor e mesmo assim fracassam. E a culpa não é deles é nossa. 

Duas verdades

- Um burro ganha 100€ por dia e o seu trabalho consiste em zurrar e dar uns coices. A maioria das pessoas trabalha desempenhando atividades de esforço, pouco ergonómicas em locais pouco confortáveis e ganha 33€ por dia. 

Conclusão: melhor aprender a zurrar do que 2 ou 3 línguas, matemática, geografia , história entre outros. 

- Até o Papa é substituído *ele que é o chefe mundial de uma Igreja. Não entendo porque algumas chefias se acham mais que o outros...

 

Polémicas

A política está um caco.

Em Portugal, e no mundo nascem novos partidos políticos como coelhos. Novos partidos com velhas ideias disfarçadas por rostos jovens e uma excelente gestão das novas tecnologias.

Não acompanho a política. Não porque penso ser uma atividade desinteressante, mas porque não tenho pachorra para os políticos que temos. 

E os novos não são melhores que os velhos. 

Hoje vi uma revolta grande contra uma reportagem televisiva sobre um partido português.

A revolta daqueles que acreditam nele e daqueles que não acreditam em nenhum outro. 

Eu pertenço aos que não acreditam em nenhum, aos que não se identificam com nada do que dizem. 

No entanto, partilho da opinião que devia de existir Castração química para pedófilos e violadores, que as forças de segurança deviam receber mais e que o número de deputados  (e os rendimentos deles) deviam ser menores. 

Não entendo porque os médicos professores e polícias não usufruem das mesmas regalias que os deputados.

Não entendo como é possível que os conhecidos se sobreponham aos conhecimentos.

Não entendo porque se esqueceu 80%do território português. Nas zonas raianas falamos espanhol e no Algarve falámos inglês e não é por falta de patriotismo , mas pela sobrevivência. No entanto nenhum partido tem forma de mudar isso.

Também não penso que o mal-ao-mundo veio quando as mulheres começaram a usar calças, que o país precisa de uma nova democracia, que deveria existir uma entidade para fiscalizar as "notícias" ou que as minorias tem menos ou mais direitos que os restantes. 

Por acaso acho que os valores de Abril se perderam. Nenhum partido osrepresenta porque nenhum dos seus políticos os respeita. 

Eu também sou daqueles que não falham uma eleição. Eu voto pelo direito e pelo dever  mas também por respeito a todos os que lutaram para eu poder faze-lo.

Só mais uma reflexão sobre os novos partidos e as suas ideologias: conheço negros, ciganos, desempregados, judeus, homossexuais e muçulmanos melhores que os políticos que nos representam. 

E tenho dito!

Bom ano

Venha 2021.

Nunca desejamos tanto um novo ano. Com a esperança que este nos traga tudo o que o anterior tirou.

2020... o triste e estranho 2020 acaba por fim.

Não é um ano para esquecer , ou para fingir que nunca existiu.

2020 serviu para me ensinar o verdadeiro valor das pessoas, dos afectos, dos sorrisos.
Aprendi aquilo que é realmente indispensável e o que é desnecessário.
2020 não foi o ano que eu queria e veio fazer estragos na vida de todos (uns mais e outros menos (eu estou nos do menos)) mas o importante é reflectir no que veio ensinar e entrar em 2021 com a consciência do que somos e daquilo que podemos ser e conseguir.

Feliz 2021. Saúde sorte sucesso para todos!

Tu não sabes.

Qual saudade?

Que distância? 

Tu não podes dizer que essa saudade dói. 

Não podes justificar  a tua ausência  com a distância.

Tu não sabes o que é a saudade que dói.

A verdadeira saudade que dói...

Tu não sabes dessa distância

Sem forma de a percorrer 

Ou de a diminuir!

Tu não sabes...

Tu não sabes dessa dor que corrói 

Sem esperança de um novo abraço

Ou mais um beijo. 

Sim, há saudade que dói 

Mas não desse jeito!

A todos um bom natal

Não gosto do natal. 

Mas este ano foi ainda mais difícil. 

Passado em casa sem os do costume. 

Com a alegria de poder partilhar o natal com os da casa, mas com a tristeza de uma mesa com pouca gente. 

Desejo a todos um bom natal. 

E desejo que no próximo natal estejam os do costume, que são os de sempre!

 

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